Programas governamentais Variedades

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No artigo de hoje comentarei a respeito de alguns programas do governo que aparentam ajudar o povo e fazer com que este tenha alguns direitos que antes não possuíam.

Bem, percebam que eu usei a palavra “aparentam”. Pois é, darei atenção especial a um desses programas: o “Minha Casa, Minha Vida”. Muitas pessoas já ouviram falar nele, assim como também muitas não sabem como funciona.

Por definição, o “Minha Casa, Minha Vida” é um programa do governo federal que tem como principal objetivo transformar o tão famoso sonho da casa própria do brasileiro em realidade. Parece algo simples, né? Pois não é.

Estima – se que na primeira fase do programa, foram contratadas 1 milhão de moradias. E para a segunda fase, espera – se que esse número dobre. A renda da família está por volta disso tudo. Quanto menor, mais benefícios, resumidamente falando.

Tudo isso é feito a partir de um empréstimo na Caixa Econômica Federal. Daí, empresas ficam responsáveis pelas obras das casas.

Infelizmente, e como já é de se esperar em nosso país, vários erros ocorreram. Essas construtoras contratadas estão prestes a responder por vários processos. Eles prometem entregar à pessoa uma casa com condições dignas de moradia, mas não é bem isso que acontece (em alguns casos). Sabe o que acontece nesses “alguns casos”? Após uns dias, as casas já começam a apresentar infiltrações, rachaduras e, por incrível que pareça, há até casos de piso afundando. Isso é o que essas construtoras definem como condições dignas para viver?

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Tudo bem, você poderia pensar: “Mas é só o dono da casa procurar pelo construtor e dar um jeito nessa situação.” O que ocorre é que eles jogam a culpa na Caixa e então, já indignado, o cidadão vai à Caixa, que diz que a culpa é da construtora. E aí, o que fazer? Um fica jogando a culpa para o outro.

Além disso, há situações mais perigosas, em que, por falhas na instalação elétrica, a casa acaba pegando fogo. Os moradores convivem com o medo de a casa poder desabar a qualquer momento, infelizmente.

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A impressão que fica (e é que isso acontece) é que algumas construtoras simplesmente não se importam, porque sabem que dificilmente serão punidas. Então, o serviço é feito de “qualquer maneira”, visando ao ganho de tempo.

É certo que todas essas situações apresentadas são inadmissíveis. Mas e você? Caso fosse o responsável por uma construtora, o que faria? Agiria eticamente ou só se importaria mesmo com o dinheiro?

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Tito Ribeiro

Estudante de Engenharia Civil da Univix – Faculdade Brasileira, em Vitória, Espírito Santo.