Morar em cubículos, uma consequência do crescimento populacional? Variedades

vivendo em cubículos

Com o passar dos anos, pelo menos nos países desenvolvidos, o número de filhos por família vem diminuindo gradativamente. Antes, eram 10 filhos para algumas famílias, hoje, quando tem 2, é até muito. Algumas ainda optam por ter apenas um herdeiro, quando não ficam apenas com um animal de estimação, afinal, dá menos trabalho e também gasta menos. Mesmo assim, sabemos que a população só aumenta, principalmente nos países em desenvolvimento.

Um relatório divulgado pela ONU em julho deste ano mostra que hoje há, no mundo, cerca de 7,2 bilhões de pessoas. O número já é grande e o espaço já é questão problemática em alguns lugares, e ainda de acordo com esse relatório, em 2050 seremos uma população mundial de nada menos do que 9,6 bilhões, o que significa um crescimento de 33% do total em 37 anos. Esses dados são tão elevados devido a países em desenvolvimento como os da África, que aos poucos vão conseguindo, mesmo que sejam poucos, crescer e entrar no mercado. Por outro lado, nos países desenvolvidos, a estimativa é de que a população permaneça praticamente inalterada até 0 ano previsto acima.

Sobre a questão em negrito, que fala sobre o problema de espaço em alguns lugares leva à questão de Cingapura. Seu território tem ‘apenas’ 710.2 km² e uma gigante população de 5,4 milhões, o que dá uma densidade populacional média de 7.603 hab/km². Para quem não tem noção do que é isso, pode comparar com o Brasil, que tem uma densidade de 23,6 hab/km², ou com os EUA, que tem 33 hab/km². É, não há nem comparação. Os habitantes desse pequeno país asiático vivem amontoados. Não há mais espaço. E quais os impactos disso?

 

Tokyo

 

Bom, os impactos são assustadores e tristes. As pessoas vivem em cubículos e não tem espaço para quase nada. Emprego falta e a fome se prolifera. O calor aumenta pois o ar não consegue circular. Uma das alternativas do governo é de construir debaixo da terra. É um pouco radical e precisará de adaptação das pessoas, um trabalho psicológico, boa iluminação e um sistema de refrigeração eficiente que façam-os sentir na superfície. Alguns pesquisadores das Universidades de Nanyang e da Nacional de Cingapura que fizeram os estudos, e já conseguem visualizar obras de piscinas, teatros, ginásios e escritórios subterrâneos.

E isso não acontece apenas em Cingapura, mas também em uma das cidades mais caras de se viver, Hong Kong. A pequena cidade-estado abriga pessoas em ‘apartamentos’ de 42 m². Não cabe nada além de uma tv, um colchão, algumas prateleiras para guardar os pertences e para circulação. Os pesquisadores entrevistaram um homem descrito como “Ng”, que paga 180 dólares para viver nesse cubículo, assim como outros 21 que estão na mesma construção. Eles e mais 170 mil pessoas, de acordo com os dados, vivem dessa maneira, com espaços divididos apenas por paredes de plástico e arames.

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População Cingapura

 

Quem pensa que isso só acontece em lugares mais pobres e na parte de dormitório, está completamente enganado. Nos centros urbanos e em cidades onde localizam-se as maiores empresas, as pessoas procuram pequenas salas comerciais só para estar lá, o que já abre um grande caminho para o desejado sucesso. Um São Francisco, nos EUA, por exemplo, aluguel de salas comerciais é quase impossível. O grande centro tecnológico é tão interessante aos olhos de quem procura estar dentro desse mercado, que a alternativa é alugar uma mesa. Isso mesmo, uma mesa, e esse aluguel pode não ser nada barato. A RocketSpace cobra entre 700 e 800 dólares por mês por um lugarzinho numa grande mesa de escritório, tendo a ‘privacidade’ garantida pelo uso de fones de ouvido.

 

RocketSpace

 

A população cresce, mas o espaço é tecnicamente o mesmo. Em alguns anos a solução será apenas a apresentadas pelos pesquisadores de Cingapura… Construções subterrâneas em maior escala. Alguns lugares já utilizam esse recurso, mas ele se tornará, aos poucos, necessário.

 

Fontes: ONUFolha de São Paulo.

 

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Tenho 18 anos e sou estudante de Engenharia Civil da Univix – Faculdade Brasileira, em Vitória, Espírito Santo.