Minerva, símbolo das engenharias Sem Categoria

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Minerva era filha de Júpiter, que após engolir a deusa Métis (Prudência), com uma forte dor de cabeça, pediu a Vulcano que abrisse sua cabeça com o seu melhor machado, de onde saiu Minerva. Já adulta, portando escudo, lança e armadura, passa a ser considerada uma das três deusas virgens, ao lado de Diana e Vesta.

Por ter saído da cabeça de Júpiter, Minerva passa a ser conhecida como a deusa da sabedoria, das artes e da estratégia de guerra.  Minerva e Netuno disputaram entre si qual dos dois daria o nome à cidade que Cécropes, rei dos atenienses, havia mandado construir na Ática. E essa honra caberia àquele que realizasse a maior proeza, em beleza e significado. Minerva, com um golpe de lança, fez nascer da terra uma oliveira em flor, e Netuno, com um golpe do seu tridente, fez nascer um cavalo alado e fogoso. Os deuses, que presidiram a este duelo, decidiram em favor de Minerva, já que a oliveira florida, além de muito bela, era o símbolo da paz. Assim, a cidade nova da Ática foi chamada Atenas. A Minerva era para os ateanienses a deusa da excelência, da misericórdia e da pátria

 

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Caracteristicas de Minerva

  • Poder mental
  • Prudência
  • Sabedoria
  • Raciocínio lógico
  • Criação psíquica
  • Capacidade de reflexão
  • Poder mental
  • Prudência
  • Sabedoria
  • Diplomacia
  • Vida urbana
  • Vida Social
  • Festas e eventos
  • Prazer Requintado
  • Bem estar social
  • Arte de filosofar
  • Mãos e mentes
  • Amante da beleza
  • Perfeição

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A deusa usa sempre um capacete, até quando desempenha um papel pacífico. O capacete tem, às vezes, asas para indicar o caráter aéreo de Palas. Vemo-lo, quanto ao resto, sob formas extremamente variadas, em moedas gregas ou romanas.
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A coruja, a ave que vê bem durante a noite, é naturalmente consagrada a Minerva, deusa que personifica simultaneamente o raio e a inteligência. Nas mais antigas moedas de Atenas se nos depara a coruja, símbolo de uma vigilância constantemente alerta.

Como deusa guerreira, Minerva combate com a lança. No entanto, uma medalha da Macedônia, imitação de antiga figura arcaica, no-la apresenta com o raio de Júpiter. A vitória está freqüentemente na mão da deusa. É assim que ela aparece numa bela moeda do Lisímaco.

A arte dos tempos primitivos preferia a imagem de Palas às das outras divindades; os antigos paládios representavam ordinariamente a deusa com o escudo erguido, e brandindo a lança. Entretanto, essa forma varia muito, até nos próprios tempos primitivos, e Minerva se reveste de diferentes aspectos, segundo as localidades.

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Uma medalha da Nova Ílion representa uma Palas troiana cujo tipo, imitação de antiga figura arcaica, deve remontar a remota Antigüidade. Está de pé e traz na mão direita a lança apoiada ao ombro, enquanto a esquerda empunha um facho. A ave sagrada está de pé diante da deusa, cujo costume, e particularmente o capacete, se afastam completamente do tipo habitual de Minerva.

 

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A maneira pela qual a deusa traz aqui a égide é característica

Segura-a sobre o ombro para ter o braço esquerdo inteiramente coberto. A égide é grandíssima, ao passo que nos monumentos menos antigos, perde algo da sua importância.

A égide usada por Júpiter passava por ser a pele da cabra Amaltéia, que lhe foi nutriz. Mas há tradições diferentes em torno da égide de Minerva. A deusa matara o monstro Ágis, filho da Terra, que vomitava chamas com uma fumaça negra e espessa. O monstro desolou, a princípio, a Frígia, em seguida o monte Cáucaso, cujas florestas queimou até a Índia. Depois foi incendiar o monte Líbano e devastou sucessivamente o Egito e a Líbia. Minerva, após o derrubar, o traspassou com a lança e da sua pele fez uma couraça, sobre a qual colocou posteriormente a cabeça de Górgona, e que usava como troféu. Quando a égide está colocada em volta do braço, como no-la apresenta a Minerva de Herculanum, é sempre um sinal de combate.

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A Minerva de Egina segura a lança e o escudo no alto, mas a égide, em vez de ser usada sobre o braço, serve de couraça para garantir o peito e até as costas, sobre as quais recai. Essa estátua, que hoje se encontra na Gliptoteca de Munique, ocupava o centro do frontão ocidental do templo de Egina.

A famosa Minerva de Fídias, no Parthenon, era de marfim e ouro. A deusa estava de pé, coberta da égide, e a sua túnica descia até os calcanhares. Empunhava uma lança com uma das mãos e com a outra uma vitória. O capacete estava encimado por uma esfinge, emblema da inteligência celeste; nas partes laterais havia dois grifos, cuja significação era a mesma que a da esfinge, e, acima da viseira, oito cavalos a galope, imagem da rapidez com a qual age o pensamento divino. A cabeça de Medusa figurava-lhe no peito. Os braços e a cabeça da deusa eram de marfim, com exceção dos olhos formados por duas pedras preciosas; as vestes eram de ouro e podiam ser retiradas com facilidade, pois era mister, quando a república se via em apertos, poder recorrer ao tesouro público, do qual a deusa era depositária.

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Técnica em Edificações e estudante de Engenharia Civil. Idealizadora do projeto “construcaodescomplicada.com.br” que visa trazer o assunto da engenharia de forma fácil, breve e prática.